Novas soluções para antigas questões hídricas

A boa gestão da água, com manejo adequado e uso sustentável dos recursos naturais é extremamente importante para evitar a escassez hídrica.

questões hídricas

Casa Econômica, construída em painéis sanduíche em espuma rígida de poli-isocianurato, que não utilizam água na fabricação e obra

Temos cada vez mais frequentes ações públicas que têm o intuito de mobilizar a sociedade para a reflexão e conscientização sobre a importância do uso responsável da água, elemento indispensável para a vida.

Segundo a ONU, o número de pessoas habitando o planeta deve chegar a nove bilhões até 2050. Esse dado reforça que é preciso rever as práticas para que tenhamos recursos suficientes para atender as necessidades da população. A contribuição do setor da construção civil nesse cenário é essencial. É uma indústria que tem grande consumo de água, desde a obra até a vida útil da edificação. Além das necessidades humanas, que chegam a 45 litros diários por operário, a água é um dos insumos mais utilizados no canteiro de obras.
>>>Leia+Mais

Anúncios

UFSCar é destaque em mobilidade urbana

Estudantes da UFSCar destacam-se em evento voltado à mobilidade urbana. Equipe conquistou o terceiro lugar ao desenvolver um sistema que traça rotas inteligentes para modais de transporte

UFSCar

Equipes que participaram da maratona

Dois estudantes do quinto ano do curso de Engenharia Civil da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) destacaram-se no evento HACKEMTU, maratona de tecnologia voltada para a mobilidade urbana, realizada nos dias 6 e 7 abril, no Parque Científico e Tecnológico da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A equipe em que Kamila Kotsubo e Vinicius Orsolon competiram conquistou a terceira posição.

O HACKEMTU foi realizado a partir de uma parceria entre a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), o ELAB – Experimentos em Transportes, a Youth for Public Transport Foundation (Y4PT) da Divisão América Latina da União Internacional dos Transportes Públicos (UITP), a Unicamp e a Scipopulis, empresa de inovação com foco em cidades inteligentes.
>>>Leia+Mais

Atenção ao carnê de IPTU para exigir direitos

IPTU vem com taxas ilegais e contribuinte deve recorrer / Por Beatriz Dainese

Beatriz

Beatriz Dainese, da Giugliani Advogados

Diversos municípios cobram, juntamente com o IPTU, diversas taxas que já foram declaradas inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal que, em seus julgamentos, ainda permite a restituição dos valores pagos indevidamente (taxa de conservação de vias e logradouros, taxa de limpeza pública, taxa de prevenção e extinção de incêndio) nos últimos cinco anos.

O proprietário de um imóvel que recebe a cobrança dessas taxas com o carnê de IPTU está sendo lesionado, haja vista ele ter o direito assegurado constitucionalmente de não ser tributado nesta modalidade; uma vez que, segundo a legislação em vigor, a taxa deve ser cobrada na proporção de uso de um determinado serviço. As taxas são os tributos destinados a remunerar serviços públicos específicos prestados ao contribuinte ou postos à sua disposição, cobrados exclusivamente das pessoas que se utilizem ou beneficiem, efetiva ou potencialmente, do serviço que constitua o fundamento da sua instituição. >>>Leia+Mais

Cidades cada vez mais inteligentes

A cidade inteligente cria laços culturais que une seus habitantes, propicia desenvolvimento econômico e melhoria da qualidade de vida / Por Carlos Rodolfo Sandrini

Seul

Nas cidades inteligentes, o cidadão e os serviços essenciais estão conectados, utilizam energia limpa, reaproveitam a água, tratam o lixo, compartilham produtos, serviços e espaços, se deslocam com facilidade e usufruem de serviços públicos de qualidade.

Em busca do status de Smart City, cidades de todas as regiões do planeta irão investir entre US$ 930 bilhões e US$ 1,7 trilhões ao ano até 2025. Porém, mais do que investimentos, a cidade para ser inteligente, necessita de iniciativas inteligentes do poder executivo e legislativo. >>>Leia+Mais

Cidades pequenas matam mais no trânsito

Número de óbitos decorrentes de acidentes em cidades menores é maior que em grandes centros. Fiscalização precária é um dos problemas no trânsito das pequenas cidades
Callao

Callao investiu em tecnologia e educação para o trânsito e reduziu drasticamente o número de acidentes e mortes

Engarrafamentos que se estendem por quilômetros, acidentes, buzinas, muitas rotatórias e passarelas. A descrição retrata, em linhas gerais, o cotidiano de grandes metrópoles. O trânsito caótico nas cidades mais populosas é pauta recorrente na mídia, assunto nas rodas de amigos e não é novidade para ninguém. E nos pequenos municípios? Como é o trânsito? >>>Leia+Mais

Trânsito fatal para crianças

Trânsito é a principal causa de morte acidental entre crianças de zero a 14 anos no Brasil. Entre 2014 e 2015, houve uma redução nessas ocorrências, mas números ainda são preocupantes
Renato Campestrini

Renato Campestrini, gerente técnico da ONSV

Os acidentes que mais matam crianças no país são queda, afogamento, sufocação, queimadura, envenenamento e trânsito. De todos, o trânsito é o maior ofensor. De acordo com dados da ONG Criança Segura, entre 2014 e 2015, houve uma diminuição desses casos e os óbitos passaram de 1.654 para 1.389 – o que representa uma redução de 16%. No entanto, apesar desta redução, os sinistros em ruas, estradas e rodovias ainda são o tipo de acidente que mais provoca mortes acidentais de crianças até 14 anos no Brasil. As estatísticas, altas e assustadoras, podem ser revertidas com mais consciência, respeito às leis de trânsito e educação. É o que diz o especialista ouvido pela Perkons, empresa que desenvolve e aplica tecnologia para a segurança no trânsito. Continuar lendo