Urbanismo Tático Planejado com a comunidade

A combinação de planejamento de longo prazo com estratégias de transformações rápidas e baratas, que estimulam o exercício da cidadania e trazem um impacto positivo na qualidade de vida das pessoas, é chamada de Urbanismo Tático.

Urbanismo Tático

Urban Park East Village de San Diego

O termo foi popularizado nos EUA, em 2010, quando a The Street Plans Collaborative, empresa de design e planejamento, de Miami e Nova York, lançou o manual virtual com diversos exemplos de projetos táticos, “Tactical Urbanism: Short-Term Action/ Long-Term Change” (Ação de Curta Duração/ Mudança de Longo Prazo), em que o principal objetivo era mostrar com exemplos concretos que é possível tornar as cidades mais amigáveis a seus moradores, e motivar as pessoas a repensarem seus hábitos por meio de encontros e trocas que esses projetos possibilitam.

Várias iniciativas cidadãs em diversos lugares do mundo ocasionaram – e ainda ocasionam – a melhoria dos espaços públicos das cidades. Um dos cases mais conhecidos é a horta comunitária de Havana, em Cuba. Apesar de toda crueldade da ditadura imposta no país, e em um dos raros gestos de apoio ao desenvolvimento da sociedade cubana, no período pós Guerra Fria, frente a uma escassez massiva de alimentos, os cidadãos começaram a plantar alimentos em locais que estavam disponíveis. Em menos de dois anos ergueram-se jardins e granjas em todos os bairros da cidade.
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Paisagem do Rio de Janeiro em debate

UniCarioca sediará debate sobre a paisagem do Rio de Janeiro com o tema “Baixo Rio: Visão 2020, Amanhã Agora”, oficina conta com a participação de especialistas de várias universidades e tem entrada franca

UniCarioca

No próximo sábado, 12 de maio, a partir das 9h, a UniCarioca, Unidade Rio Comprido, será palco da oficina “Visão 2020, Amanhã Agora” do Projeto Baixo Rio que é coordenado pelo arquiteto urbanista Guto Santos, onde serão abordadas questões fundamentais para uma retomada das paisagens cariocas destruídas pelo processo de urbanização do passado. No segundo momento a oficina seguirá com diálogo aberto com os participantes, propondo estratégias para a reconstrução coletiva desses espaços marginalizados, tendo como foco a Avenida Paulo de Frontin.
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